NÃO EXISTE CAPITALISMO SEM RACISMO
O que é um miniconto? Bom, pra começar, é óbvio que se trata de um conto pequeno. Portanto, a concisão é fundamental. O miniconto apresenta, por exemplo, uma escassa descrição de tempos, espaços e personagens. Deve, contudo, manter a narratividade, isto é, contar uma história. O miniconto busca a condensação máxima para chegar ao essencial. A chamada minificção também se caracteriza pela fragmentação, pela experimentação linguística, pelo hibridismo de gê nero (crônica, poesia, aforismo?) e pela aproximação à poesia, como vemos no miniconto de Leonardo Sakamoto , aqui neste blog. O mais interessante do miniconto é que ele não mostra tudo, apenas sugere, como o texto de Marcelino Freire postado aqui também. No bom miniconto, há um subtexto. O leitor deve preencher as lacunas. No Brasil, o curitibano Dalton Trevisan é tido como o pioneiro do gênero. Entretanto, a pesquisadora Francilene Cechinel mostra que há uma história omitida da minificção brasileira. Para ela, U...
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